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Comentador de Bancada

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Jogadores preferidos - Michael Laudrup

Em 1994, momentos antes da final da Champions League entre o Barcelona de Cruijff e o Milan de Cappello se iniciar, Capello olhou para a ficha de jogo e respirou fundo. Terá dito nesse momento ao seu adjunto que sem Laudrup a jogar pelo Barcelona, ele tinha o jogo ganho. O jogo acabou num resultado chocante de 4-0 para um Milan que todos esperavam ser esmagado.

 

Não foi caso único. Na sua última época pelo Barcelona Laudrup foi a principal estrela no 5-0 ao Real Madrid. No ano seguinte, tendo trocado o Camp Nou pelo Bernabéu, foi o principal responsável elo 5-0 ao Barcelona. Poder-se-ia escrever: Laudrup 10 – Real Madrid e Barcelona – 0.

 

 

 

Breves notas sobre o campeonato

Vi muito poucos jogos, por isso posso comentar pouco sobre a qualidade. Do que vi, o Sporting foi jogando o futebol consistentemente mais interessante, mas faltou-lhe eficácia de tempos a tempos. Não vi jogos com quaisquer "casos" de arbitragem (pelo menos segundo a minha definição dos mesmos), sendo que houve erros mas que se foram equilibrando entre a favor e contra ao longo da época entre os "3 grandes".

 

 

 

PS - em relação ao negócio de Renato Sanches para o Bayern. Fala-se em 35 milhões a pronto e 45 milhões por objectivos. É um bom negócio para Benfica e Bayern, talvez menos para o  jogador (que poderia ficar mais uma época). Sanches tem já hoje boa qualidade "de Champions League", pelo que )no mercado de hoje) se justifica parte do valor a pronto (o restante será pelo desenvolvimento que será essencialmente inevitável). Como tal, 35 milhões no imediato justificam-se. Os 45 milhóes máximos envolvem bónus que envolvem potenciais bolas de ouro. Se Renato Sanches lá chegar, o total de 80 milhões parecerá um bom negócio ao Bayern e será certamente um bom encaixe para o Benfica.

Jogadores preferidos – Paolo Maldini

Lembro-me de em tempos ter visto um anúncio televisivo, creio que da Diadora, que adorei. A imagem a preto e branco e de forte contraste focava-se um jogador a avançar pelo campo. Era entrecortada com um ecrã em preto e com uma voz que descrevia o sonho de qualquer jogador: avançar no campo, driblar adversários sem ser parado, ficar um-a-um com o guarda-redes e preparar-se para marcar... E depois vinha a punchline: «E depois apareço eu» com a imagem de um jogador em carrinho a interceptar o adversário acompanhado do barulho cartoonesco de impactos. A imagem final era da cara de Paolo Maldini com um sorriso malandro que dizia «lamento» sem lamentar.

 

De certa forma era um anúncio que descrevia Maldini. Excepcional a defender, capaz de intervenções de último momento sem fazer uma falta e, por fim, a classe e elegância. Eram especialmente estes dois últimos aspectos que o distinguiam dos seus pares, incluindo o incomparável Franco Baresil: exibia uma elegância enorme que transmitia a confiança que tinha em si mesmo.

 

 

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