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Comentador de Bancada

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Euranálises – Grupo F

Portugal –Áustria – Hungria – Islândia

 

Nota: uma análise mais completa a Portugal aparecerá num post à parte.

 

Neste grupo, novamente, haverá duas equipas acima das restantes, embora nenhuma possa ser considerada uma imediata candidata à vitória. Portugal e Áustria são equipas com bons jogadores, alguns pontos fracos e uma super-estrela (Ronaldo para Portugal e Alaba para a Áustria). A Hungria superou-se para chegar ao torneio e tem vindo a surpreender com os seus resultados. Já a Islândia é a cinderela do torneio: o país mais pequeno a alguma vez chegar a esta fase (população de apenas 330 mil habitantes) e fê-lo num grupo que incluía a Holanda, República Checa e Turquia.

 

À partida, Portugal e Áustria deverão lutar pelos dois primeiros lugares, sendo que muito dependerá de Portugal conseguir ter Ronaldo a jogar ao seu melhor nível. A Áustria tem demonstrado estar muito bem afinada, com Alaba, que joga a médio, lateral esquerdo e central pelo Bayern de Munique, a alinhar como médio atacante pela Áustria. Alaba é hoje dos melhores jogadores do mundo, tanto pela sua polivalência como pela capacidade de ser excepcional em todas as posições que ocupa. É perigoso tãnto pelo que joga como pelo que oferece também nos seus remates de longe. Além disso oferece uma plataforma à equipa para jogar melhor, fazendo o conjunto superar as suas limitações. Não que sejam muitas. A defesa tem bons jogadores em Prödl, Fuchs, Dragović e Wimmer. O meio campo não tem tantos jogadores de qualidade mas é sólido e bem liderado por Alaba e oferece a Marc Janko e Arnautović a possibilidade de fazerem a diferença com golos e criatividade, respectivamente. A equipa é pouco conhecida mas será um osso muito duro de roer para qualquer adversário.

 

Da Hungria conhece-se relativamente pouco. Dzsudzsák é o capitão e a estrela da companhia. Um extremo muito rápido e criativo que apenas tem o problema de ter pouco acompanhamento. No ataque o seleccionador (alemão) Storck tem jogadores como Szalai ou Nikolić, sólidos e capazes de marcar golos, mas sem serem grandes estrelas. Adam Nágy oferece promessa e Király a veterania. Tentarão ser sólidos e lançar ataques controlados para encontrar o golo. Dificilmente escaparão ao último lugar no grupo, mas se conseguirem evitar sofrer golos na primeira hora dos jogos, poderão ganhar coragem para mais.

 

A Islândia irá certamente apresentar o estilo tradicional de Lars Lagerbäck: equipas sólidas, organizadas em desenhos tácticos de 4-4-2 ou semelhantes e procurando criar bases sólidas que permitam aos melhores jogadores fazer a diferença. Neste caso a responsabilidade recairá sobre os ombros de Sigurðsson e Finnbogason, com Guðjohnsen a fazer a figura do veterano e lenda que mantém o espírito de equipa e entra para estabilizar o barco quando necessário. A maior parte dos jogadores joga em ligas escandinavas, mas há alguns jogadores com experiência de equipas médias em Itália, Inglaterra ou Alemanha. Não deslumbrarão, mas poderão provavelmente aspirar a uma vitória contra a Hungria e talvez um ou outro ponto contra Portugal ou Áustria. Dessa forma poderão certamente ter esperanças de sair da fase de grupos com um apuramento, o qual seria o equivalente a uma vitória na competição para portugueses ou austríacos.

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